6 de dezembro de 2009

Overkill fala sobre seu novo álbum

tradução: Mário Megatallica

Bobby "Blitz" Ellsworth, vocalista da banda de Thrash Metal Overkill, falou recentemente com o site Metalholic.com sobre seu novo álbum de estúdio, Ironbound, que será lançado em Fevereiro de 2010. Confira alguns trechos da entrevista:

Metalholic.com: O Overkill lançará seu novo álbum, Ironbound, em Fevereiro, e este está sendo considerado uma obra-prima do Thrash. Eu o escutei e achei definitivamente incrível. Como você descreveria a sonoridade deste novo álbum e em que ele difere dos anteriores?

Bobby: (...) Acho que a beleza de Ironbound está na sua raiz old(school), mas se você acrescenta nele algo novo ele se torna uma obra contemporânea. Logo, com raiz old(school) e uma produção moderna, isso se torna quase uma aula de história contemporânea. Então ele possui um pouco desse sentimento de "porque a revolução começou", que é único. É mais como uma reinvenção.

Metalholic.com: Quais são as suas músicas favoritas nele?

Bobby: (...) Acho que uma das coisas mais legais deste álbum é a sua coesão. Ele começa agredindo e assim segue... E a idéia é que sua intensidade vai aumentando desde o momento em que você aperta "play" até o fim de seus cinquenta e cinco minutos. Mas não consigo dizer qual é a minha favorita porque sempre estou pensando em coisas do tipo "uau, finalmente é um trabalho completo do Overkill", com a vantagem desta coesão que eu sinto.

Metalholic.com: Uma das minhas músicas favoritas é a "The head and the heart". Eu estava querendo saber se seria um vocalista convidado fazendo o gutural no seu início?

Bobby: É o seu humilde anfitrião, Bobby Blitz (risadas). Eu comecei a trabalhar nisso há alguns anos e tenho usado isso como... bem, eu não sei. Um vocal de apoio. Fiz um projeto paralelo algum tempo atrás chamado The Curse, algo tipo rock n roll, ou um álbum de doom/swing. Quero dizer, há saxofones e vocais de Death Metal nele. É um disco estranho, mas muito divertido. Então tenho estudado alguns vocalistas de Death - os mais contemporâneos. Randy Blythe, do Lamb of God. (...) Achei que era hora de usar, logo, nesta música, em vez de ser apenas uma nuance, esse vocal acabou sendo o principal.E isso foi muito divertido para mim.


Fonte: blabbermouth.net

http://www.roadrunnerrecords.com/Blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=131493


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