29 de novembro de 2009

A polêmica fiscalização da OMB

A Ordem dos Músicos do Brasil tem sido alvo de críticas dos seus próprios representados há muito, muito tempo. Desde que eu entrei na faculdade - 1999! - ouço falar das famosas fiscalizações da OMB e o quanto elas são prejudiciais aos músicos. Eu sempre quis saber o que leva um órgão representativo como esse a tomar este tipo de atitude contra sua própria categoria; obtive uma pista da resposta na última edição do JM, o Jornal do Músico da OMB-GO.

Em uma matéria baseada na exibição de um programa de debates de um famoso jornalista goiano sobre este tema, a OMB-GO se defendeu da acusação de agir contra sua categoria, afirmando que na verdade está gindo a favor dos músicos.

Quem acompanhou o assunto pela imprensa nos últimos dias sabe que a Justiça está agindo contra a OMB, proibindo as famosas fiscalizações ou "blitz" que o órgão faz em eventos e casas de shows. Tanto a Justiça de Goiás quanto a de São Paulo já proibiram estas fiscalizações, alegando que não são de competência da OMB.

No entanto, no referido programa de TV veiculado numa emissora de Goiás no início de Novembro, o representante da OMB-GO presente ao debate rebateu todas as acusações, alegando que a OMB é subordinada ao MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) e que tem a devida competência para exercer tal atividade, e que assim tem feito para defender os direitos dos músicos goianos, muias vezes ludibriados por promotores de eventos e proprietários de casas de shows para não assinarem a Nota Contratual que os obriga a pagar os músicos, inclusive estabelecendo valores mínimos para cada função.

A Nota Contratual passou então a ser o centro da discussão. A OMB defende a sua cobrança pois é ela que garante que o músico será pago no final de sua jornada de trabalho e que o seu contratante fará a seu favor o devido recolhimento de valores ao INSS. Neste caso, o fim justifica o meio. O problema está no fato de que, historicamente, devido a administrações eticamente questionáveis, tais fiscalizações eram utilizadas pelo órgão arbritariamente, com o objetivo de intimidar, chantagear e até mesmo sabotar eventos, prejudicando empresários, promotores e músicos, já que estes acabavam tendo seus instrumento confiscados. Eu mesmo já presenciei cenas desse tipo em eventos de pequeno porte aqui em Goiânia.

A pergunta que fica no ar é: quem está errado nesta história? A OMB, por fiscalizar contratantes caloteiros e por supostamente agir arbritariamente contra sua própria categoria? Ou os promotores de eventos e empresários de casas noturnas, bares e boates, que acham que não devem pagar nada aos músicos por estarem fazendo um favor a eles deixando-os tocar em seus estabelecimentos e eventos? Ou os músicos, que são os personagens principais desta discussão e aceitam tudo inertemente?

Lembre-se: a Cultura é muito mais dinâmica que a burocracia.Os nossos artistas não podem ficar presos a questões burocráticas que os impessam de mostrar a sua arte, assim como não podem ficar desamparados pela lei na hora de reivindicar os seus direitos. Talvez se o sindicato dos músicos funcionasse como deveria funcionar teríamos uma solução. Aliás, a solução é do interesse de quem?

Segunda edição do Jornal do Músico

por Mário Megatallica

A segunda edição do JM - Jornal do Músico - já está circulando pela cidade e desta vez traz, além das reportagens técnicas e informativas de praxe, uma reportagem especial sobre a atuação da OMB-GO na fiscalização de casas de show e eventos em geral no que diz respeito à emissão da Nota Contratual e uma entrevista com uma das figuras mais marcantes da arte goiana, o compositor e escritor Bariani Ortêncio.

Nesta segunda edição houve a estréia da seção Notas Musicais, que destaca pessoas, empresas, sites, eventos, etc, que atuam no ramo musical goiano, informando de maneira objetiva os destaques sobre os temas citados. Entre os destaques da nova seção, apareceu o Audio & Rock N Roll Blog, parceiro e apoiador do JM, levando informações sobre bandas e eventos goianos para todo país através de suas matérias.

No que diz respeito à fiscalização do trabalho do músico goiano, Macksueizer Teixeira, que é Inspetor Federeal de Fiscalização da Ordem dos Músicos do Brasil - Regional Goiás, elaborou uma matéria sobre o tema da Nota Contratual, que segundo ele, "é a garantia de que o músico receberá pelos valores cobrados para a sua apresentação e pelo recolhimento do INSS". Sua leitura é altamente recomendável.

Ainda relacionada a esse tema, há na segunda edição do JM uma matéria sobre a fiscalização da emissão da Nota Contratual pelos contratantes de eventos e shows, que ainda se recusam a assinar este documento, sendo alvo de multas e em alguns casos, de apreensão de equipamentos e interdição de funcionamento do estabelecimento alvo da fiscalização. Como o assunto é polêmico, foi abordado pelo JM a partir de uma discussão ocorrida no Jornal Brasil Central, onde o tema foi discutido por dois jornalistas, por um promotor de eventos local e por um fiscal da OMB. O resultado da discussão pode ser conferido na reportagem desta segunda edição do JM.

Por fim o JM reservou boa parte de suas páginas para a divulgação de eventos e artistas goianos, além de parcerias que a OMB tem feito em benefício dos músicos e dos trabalhadores da cultura do Estado de Goiás, servindo assim como vitrine para os valores regionais e mostrando que, ao contrário do que acontecia nas administrações anteriores, tem a intenção de ajudar os músicos goianos.




Devolvam os chifrinhos!

por Mário Megatallica

Dee Snider voltou com tudo. Recentemente esteve no Brasil com o Twisted Sister fazendo um ótimo show para fãs saudosistas e agora ocupa novamente as manchetes do Metal trazendo à tona uma campanha polêmica.

Dee Snider (foto) criou há pouco tempo um site chamado Take Back The Horns, no qual propõe que os artistas que não pertencem ao mundo do Heavy Metal "devolvam" o símbolo dos chifrinhos, que segundo Dee, são exclusividade dos headbangers, e não de cantores e cantoras de música pop, rap/hip-hop, entre vários outros. Snider tem defendido que este símbolo marcante do Metal tem sido usado por pessoas e em situações que não tem nada a ver com o Metal, meio original dos "Metal Horns".

Snider tem dito que tem total direito de defender esta causa pois lutou arduamente pelo Metal nos EUA com a sua banda - Twisted Sister - nos anos 80 para que o estilo fosse aceito na sociedade conservadora e hipócrita da época. Depois de vários anos de luta, a popularização do símbolo do Metal seria a prova de sua aceitação pela mídia e, consequentemente, pela sociedade. O problema é que os "chifrinhos" se tornaram tão populares que acabaram sendo banalizados por pessoas que nem mesmo ouviam Heavy Metal, sendo usados por qualquer um, em qualquer situação e em qualquer lugar (veja aqui exemplos do mau uso dos chifres do Metal, de acordo com Dee Snider). Resultado: os chifrinhos perderam o impacto que causavam antes de sua banalização e deixaram de caracterizar a tribo do Metal. E é a isso que o Take Back The Horns se propõe: devolver os chifrinhos para o Metal, tirando-os das mãos de quem não faz, não ouve, não curte e até condena o Metal.

"O exagerado mau uso dos chifres do metal é um insulto aos verdadeiros fãs da música a qual os chifres representam", diz Dee. "Eles não foram inventados com a intenção de serem utilizados por membros das comunides hip hop, country e pop. Lutamos duro e por muito tempo para que a música que amamos seja reconhecida. Eles não têm o direito de usar nosso sinal! Eu aprecio o apelo que é fazer o sinal dos chifres e até admito que seu uso indiscriminado mostra exatamente o quão longe foi a aceitação ao heavy metal como estilo musical. Mas quando Joãozinho levanta as mãos pra fazer os chifrinhos para a mãe dele pois conseguiu fazer número dois no troninho, as coisas foram longe demais" diz Snider. "Nos anos 80 eu fui para Washington D.C. para defender o Heavy Metal e lutar contra a censura. Agora é tempo de eu defender novamente a música que amo contra um inimigo diferente. Preciso dos headbangers de todo o mundo para se juntarem a mim nesta luta tão importante. Vamos dizer aos fornecedores das outras formas musicais, os usurpadores de nossa marca... arrumem seu próprio sinal, suas putas!"

E então? Você, caro leitor, está disposto a tomar de volta das mãos dos "pseudo-caras-de-atitude" (também chamados de posers) o símbolo que caracteriza o Metal? Se você concorda com Dee Snider e está disposto a aderir a esta campanha, acesse o site abaixo e faça a sua parte, soldado do Metal!

http://www.takebackthehorns.com/

E antes que alguém pergunte - se é que já não perguntaram - sim, eu faço parte desta campanha. Sim porque não desejo ver novamente a Avril Lavigne em sessões de fotos fazendo o símbolo dos chifres do Metal usando vestidinho rosa. Ficou tão ridículo...


\m/


Lançado software editor para o Akai Miniak

A Bizune lançou um programa editor para o sintetizador Akai Miniak. O software consiste, na verdade, de dois programas: Minizune e GrooveMod.

O Minizune pode ser usado tanto como programa (standalone) ou como plugin VST e oferece controle total sobre os diversos parâmetros do sintetizador através de uma interface atrativa.

O GrooveMod, que funciona somente como programa (standalone) transforma o Miniak numa drum machine analógica. através dele você pode criar e armazenar ritmos no Miniak.

Além disso, a suíte para o Miniak oferece controles e modulações que não estão presentes no Miniak. E para adquirir os dois programas basta acessar a loja virtual da Bizune.


Fonte: gearjunkies.com

http://www.gearjunkies.com/news_info.php?news_id=4513&PHPSESSID=021a13b55d1bbe1c43024f154389a734

Woodstock 2010 no Brasil

O lendário festival norte-americano Woodstock será oficialmente ressuscitado em 2010 no Brasil. O empresário Eduardo Fischer, dono do Grupo Totalcom, foi o responsável pela negociação com os detentores dos direitos do nome do evento, em encontro realizado em Nova York, no último dia 9.

Conforme apurou a reportagem do site da Rolling Stone Brasil, Fischer fechou contrato direto com os organizadores da edição original do Woodstock, que aconteceu em agosto de 1969. Michael Lang, um dos responsáveis pelo evento, já deu o aval para realização do festival em solo tupiniquim.

A notícia começou a circular em veículos de comunicação brasileiros após a publicação da confirmação pela revista Veja desta semana. Nela, é informado que a previsão é de que o evento aconteça em São Paulo, no final do ano que vem, sob o tema de sustentabilidade na música.

No início do mês, o empresário já havia antecipado seus planos em trazer o evento para o país, por meio de posts publicados em seu perfil no Twitter. "Moçada, tô indo pra NY p/ reunião com representantes do Woodstock. Para quem tá afim, acende uma vela!", escreveu Fischer antes de viajar para os Estados Unidos e selar o acordo.

A assessoria de imprensa revelou que Fischer contará com o apoio de um representante da Woodstock Ventures no Brasil para a concretização do projeto, ainda sem detalhes sobre atrações. Se realmente vingar, o festival brasileiro celebrará os o aniversário de 40 do Woodstock original.

Não será o primeiro evento a relembrar a maratona, marco da contracultura e do movimento hippie: o último "revival", realizado em 1999, nos Estados Unidos, foi marcado por violência, preços abusivos e incêndios provocados pelo próprio público.


Fonte: rollingstone.com.br

http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/6658/

Dee Snider faz campanha pelos Metal Horns

Motivado pelo que ele chama de "abuso sistemático" dos chifres do metal, o ícone do gênero e líder da banda Twisted Sister, Dee Snider, lançou um web site dedicado à retomada do nosso símbolo icônico do heavy metal, TakeBackTheHorns.com.

"O exagerado mau uso dos chifres do metal é um insulto aos verdadeiros fãs da música a qual os chifres representam", diz Dee. "Eles não foram inventados com a intenção de serem utilizados por membros das comunides hip hop, country e pop. Lutamos duro e por muito tempo para que a música que amamos seja reconhecida. Eles não têm o direito de usar nosso sinal!"

Reconhecendo o humor da situação, TakeBackTheHorns.com é dedicado não apenas a conscientizar sobre este abuso, o site foi criado para informar e educar o leitor sobre a história e o uso apropriado dos chifrinhos. Dee Snider espera que o site una a enorme comunidade heavy metal na luta para extinguir futuras explorações e degradações aos chifres do metal. "Eu aprecio o apelo que é fazer o sinal dos chifres e até admito que seu uso indiscriminado mostra exatamente o quão longe foi a aceitação ao heavy metal como estilo musical. Mas quando Joãozinho levanta as mãos pra fazer os chifrinhos para a mãe dele pois conseguiu fazer número dois no troninho, as coisas foram longe demais" diz Snider.

TakeBackTheHorns.com também possui uma seção onde os visitantes podem postar fotos de abusos no uso dos chifres e um sistema interativo de votos que ajudam a definir a utilização apropriada do símbolo.

Dee diz ainda, "Nos anos 80 eu fui para Washington D.C. para defender o heavy metal e lutar contra a censura. Agora é tempo de eu defender novamente a música que amo contra um inimigo diferente. Preciso dos headbangers de todo o mundo para se juntarem a mim nesta luta tão importante. Vamos dizer aos fornecedores das outras formas musicais, os usurpadores de nossa marca... arrumem seu próprio sinal, suas putas! Vamos tomar os chifres de volta ao... ponto com!" (aludindo ao nome do site).


Fonte: whiplash.net

http://whiplash.net/materias/news_869/099147-twistedsister.html

27 de novembro de 2009

São Paulo Mix Fest acontece neste sábado

A rádio Mix FM realiza neste sábado a nona edição do São Paulo Mix Festival, que reúne nove bandas a partir das 15h na Arena Anhembi.

Charlie Brown Jr (única banda que participou de todas as edições do evento), Pitty - foto - Skank, NX Zero, Fresno, Cine, Stevens e Hevo 84 e República se revezam em shows de 40 a 60 minutos mostrando alguns dos maiores sucessos do ano.

Serviço:
Serviço São Paulo Mix Festival
Bandas: NX Zero, Fresno, Cine, Stevens, Hevo 84, República, Pitty, Skank e Charlie Brown Jr.
28 de novembro (sábado)
Arena Anhembi ( Avenida Olavo Fontoura, 1209 - Santana)
Abertura dos portões: 11h
Início do show: 15h (a ordem das bandas não foi divulgada)
Ingressos: R$ 20 (estudantes pagam meia)


Fonte: musica.terra.com.br

http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI4123992-EI1267,00-Sao+Paulo+Mix+Festival+reune+nove+bandas+neste+sabado.html

Dark Tranquility divulga título do seu novo álbum

Os suecos do Dark Tranquillity anunciaram que o novo álbum de estúdio se chamará We Are The Void e que a previsão de lançamento é para o dia 1º de março do peóximo ano, pela Century Media Records.

A mixagem ficará novamente nas mãos do experiente Tue Madsen (Halford, Behemoth, Kataklysm, The Haunted e outros) no Antfarm Studio (DIN). Alguns títulos provisórios para as músicas são: 'I Am The Void', 'Zero Distance', 'The Burden Of Love Alive', 'Archangelsk' e 'Memories In Reverse'.


Fonte: roadiecrew.net

Angra preparando novo álbum

O Angra se encontra em processo avançado de composição do seu próximo álbum de inéditas, sucessor de Aurora Consurgens (2006 - foto).

"Venho comunicar que o ANGRA já tem mais de 10 músicas em andamento, músicas essas que já indicam que teremos um álbum no mínimo fenomenal!", comentou o vocalista Edu Falaschi. "Eu mesmo já mostrei quatro composições, algumas rápidas e bastante técnicas, além de duas baladas emocionais. Também estou trabalhando em outras cinco, entre elas tenho coisas mais étnicas e riffs mais pesados e metálicos. Vou tentar expressar como o novo álbum está ficando. O que mais fica claro a cada dia é a magia nas músicas, o romantismo, a aura dos tempos de esperança, a beleza e requinte nas melodias! A técnica aliada à paixão que permeia cada harmonia em sua mais sublime existência! Melodias que fazem o peito explodir em alegria e orgulho! Esse será o novo álbum do Angra!", finaliza.

O álbum, ainda sem título definido, tem previsão de lançamento para o final do primeiro semestre de 2010.


Fonte: roadiecrew.net

2º Sampa Rocks Fest

As produtoras ONE Music e Agência SobControle confirmaram a segunda edição do Sampa Rocks Fest.

O Festival que em sua primeira edição contou com promoção exclusiva da rádio 89FM, atrações como a banda Cine, a carioca Forfun e até a inesperada presença cover de Michael Jackson, está de volta e promete ser o primeiro grande festival do ano na capital paulista.

Para dar continuidade a este sucesso, o evento trará atrações de grande destaque na mídia atual como: Glória, Hardneja Sertacore, Restart e Hevo84, assim como grandes nomes do cenário nacional independente como: Envydust, Replace e Rancore, além de outras atrações que deverão ser confirmadas nos próximos dias. O festival acontece no mesmo local de sua primeira edição, o Espaço Victory que fica ao lado da Estação Penha do Metrô, e o primeiro lote de ingressos estará disponível ao preço promocional de R$20 em todos os pontos de venda à partir do dia 01 de Dezembro.

Confira maiores informações no site oficial do evento.



Fonte: zonapunk.com.br

http://zonapunk.com.br/news.php?id=12175

Vocalista do Detonautas cantará no Raimundos

Desde que divulgou pela internet sua vontade de fazer parte do Raimundos, Tico Santa Cruz (foto) --vocalista do Detonautas-- passou a frequentar a comunidade da banda brasiliense no Orkut "para saber o que se passa pela cabeça dos fãs".

Em meio a críticas e incentivos, o músico diz que "será um desafio e tanto" assumir esta responsabilidade de se tornar o novo vocal do Raimundos, pelo menos durante uma turnê, que será realizada a partir de janeiro de 2010, como confirmou Digão em entrevista exclusiva ao Guia da Folha Online, na última terça-feira (24).

Em um dos comentários postados no site, Tico fala que não deseja que ninguém se torne fã do Detonautas, e que esse nunca foi seu objetivo. "Mas se gostamos do Raimundos e queremos mudar esta cena ridícula do rock nacional, teremos que ser aliados." De acordo com o cantor, esta união "pode, no mínimo, dar uma sacudida nesse território dominado por estas bandas Teletubbies". A denominação, que faz referência aos grupos que, segundo ele, têm como fãs "pessoas influenciadas pela geração Teletubbies", engloba "os emos, [que estão] destruindo o rock brasileiro".

Tico também faz questão de dizer que não vai abandonar o Detonautas, e que, "sem demagogia nenhuma, queria mesmo era que o Raimundos voltasse à formação original para mostrar a essa molecada como se fazia rock'n'roll".

Já nesta sexta-feira (27), o público poderá assistir a um "aperitivo" desta nova formação durante o Festival Cerrado Virtual, em Brasília, que reúne artistas para um tributo a Tom Capone. "Esse show foi uma coincidência, tanto que nem teremos tempo de ensaiar, será uma jam de amigos em homenagem ao nosso falecido amigo e produtor", conta Digão. Nesta ocasião, Tico escolheu cantar "Herbocinética", "Bonita", "A Mais Pedida" e "Eu Quero É Ver o Oco".

Antes que Tico assuma o vocal da banda, o Raimundos realiza outro show em São Paulo em 19 de dezembro (eles se apresentaram por duas vezes na capital paulista em setembro e outubro), no Kazebre Rock Bar (região leste).

Formado atualmente por Digão (vocal, guitarra), Canisso (baixo), Marquinhos (guitarra) e Caio (bateria), o grupo mostra aos fãs desde os clássicos "Tora Tora" e "Reggae do Manero" até a mais recente "Mas Vó", do álbum Kavookavala.

Para quem está meio por fora da agenda do Raimundos --que tem oito shows agendados para os próximos 30 dias--, Digão conta que as apresentações "estão cada vez melhores e que um novo trabalho está em vista".

Ele credita essa falta de informação (muitas pessoas ainda acham que o grupo acabou) ao fato de que "o grande público só sabe das coisas quando jogam um balde de notícias em cima". Mas diz que prefere assim, devagar e sempre: "Na hora certa, o grande público vai se dar conta".

Neste último show realizado em São Paulo, em outubro, também no Kazebre (região leste), mais de 5.000 pessoas foram assistir à apresentação da banda brasiliense. Acesse o site oficial do Raimundos, que está sendo reformulado, para ver a agenda do grupo: www.raimundos.com.br.


Fonte: folha.com.br

http://guia.folha.com.br/shows/ult10052u658525.shtml

25 de novembro de 2009

Toontrack lança o pacote Eletronic EZX

A Toontrack anunciou o lançamento do Eletronic EZX, pacote de expansão para o programa editor de bateria EZ Drummer, com timbres variados voltados para música eletrônica.

O EZX inclui 33 kits com 100 sons adicionais de timbres de bumbo e caixa mais usados em música eletrônica. Entre os estilos pode-se encontrar: House, Techno, Progressive, Pop, Hip-Hop, Rap, Electro, Grime, Jungle, DnB, RnB, Dub-Step, Trip-Hop, Acid, Disco, Crunk, Industrial, Experimental, Noise-core, Hard-core, Minimal, Glitch, Gabba, Ambient e Trance.


Fonte: kvraudio.com




Cakewalk oferece sintetizadores e plugins de graça

A Cakewalk, fabricante do Sonar, está oferecendo de forma gratuita, alguns de seus modelos de sintetizadores virtuais e plugins de efeitos.

A empresa, através de sua loja online, está disponibilizando os seguintes ítens:

SFZ - um sample/playback engine em forma de instrumento virtual para usuários do SoundFont e compositores profissionais;

Square I - sintetizador virtual que emula o som de sintetizadores analógicos;

Audio FX 1, 2 e 3 - pacote de plugins compatível com qualquer software que trabalhe com DirectX, incluindo o Sonar.

Para saber mais sobre estas ofertas basta acessar a loja online da Cakewalk.


Fonte: gearjunkies.com

http://www.gearjunkies.com/news_info.php?news_id=4502&PHPSESSID=5fafab7a547ea4324de0a40a28db4ab4


23 de novembro de 2009

Quanta e Anhembi-Morumbi realizam workshop sobre curso de áudio e música

A Quanta Educacional, em parceria com a faculdade Anhembi Morumbi, realiza o workshop de lançamento do curso de tecnologia para áudio e música CMS (Computer Music School). O evento acontece no próximo dia 24 (terça-feira), a partir das 17h45, na Anhembi Morumbi (unidade Morumbi).

O CMS foi desenvolvido pela Quanta Educacional e será implantado na faculdade Anhembi Morumbi no início de 2010. O curso é destinado a todos os interessados em produção de áudio e música; tanto aqueles que possuem conhecimento na área e querem se aprimorar, como aqueles que desejam entrar para a área.

A Quanta Educacional é uma das cinco empresas do Grupo Quanta Brasil. A Anhembi Morumbi, unidade Morumbi, fica na Rua Roque Petroni Júnior, 630 – Morumbi.

Mais informações no site www.computermusic.com.br ou pelo e-mail jobert@quanta.com.br.

22 de novembro de 2009

Jon Olivas Pain lançará novo álbum

Jon Oliva's Pain, a banda liderada por Jon Oliva (Savatage), lançará seu quarto álbum de estúdio, Festival, em fevereiro de 2010 via Laser Company no Brasil. Na Europa o CD sai pela AFM Records. A turnê começa em março de 2010 pela Europa e mais uma vez, além das músicas próprias, é esperado muitos clássicos do Savatage.


Fonte: roadiecrew.net

Metallica fará dois shows no Brasil em Janeiro

Desde 1999 sem vir ao Brasil, o Metallica volta ao país para mega shows da turnê “World Magnetic Tour”, divulgação de seu último álbum Death Magnetic, lançado em 2008. Com realização da CIE Brasil, a banda norte-americana, que já vendeu mais de 100 milhões de discos e está entre as 10 bandas mais vendidas do planeta, tocará dias 28 de janeiro, no Estádio Zequinha em Porto Alegre, e 30 de janeiro, no Estádio do Morumbi em São Paulo. Na estrada desde outubro de 2008, o show já esgotou ingressos nos EUA, Inglaterra, Suécia, Canadá, Alemanha, Bélgica, França e Holanda, e, só em 2009, teve mais de 70 apresentações.

Em São Paulo, a pré-venda exclusiva para clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners acontece entre 24 e 30 de novembro. As vendas de ingressos para o público serão abertas dia 01 de dezembro a partir da 0h pela internet (www.ticketmaster.com.br), a partir das 9h pelo Call Center (4003-8282), a partir das 10h nos pontos de venda espalhados pelo País (www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm) e a partir das 12h na bilheteria oficial do show, localizada no estacionamento anexo do Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981 — Santo Amaro).

Para o show no Morumbi, o valor dos ingressos para a pista é de R$ 250,00 e para a pista vip é R$500,00. Há a opção de cadeira inferior (R$ 250,00) e cadeira superior (R$ 300,00). As arquibancadas do Morumbi também estarão disponíveis nos valores de R$ 150,00 (Arquibancada Laranja), R$ 170,00 (Arquibancada Azul / Vermelha) e R$ 190,00 (Arquibancada Vermelha Especial).

Em Porto Alegre, a pré-venda exclusiva para clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners acontece entre 26 de novembro e 02 de dezembro. As vendas de ingressos para o público serão abertas dia 03 de dezembro a partir da 0h pela internet (www.ticketmaster.com.br), a partir das 9h pelo Call Center (4003-8282), a partir das 10h nos pontos de venda espalhados pelo País e a partir das 11h na bilheteria oficial do show, localizada na Loja Multisom, Rua dos Andradas, 1001 – Centro.

Para o show no Estádio Zequinha, o valor dos ingressos para a pista/arquibancada é de R$ 120,00 (1º lote) e R$ 140 (2º lote) e para pista vip é R$ 250,00. O ingresso para cadeira custará R$ 160.

Mais informações serão divulgadas no site oficial do show (www.showmetallica.com.br) ou no site www.metallica.com.


Fonte: roadiecrew.net

Rhapsody of Fire de volta com novo álbum

Os italianos do Rhapsody Of Fire estão de volta e o novo álbum, intitulado The Frozen Tears Of Angels, que será lançado no dia 5 de março do próximo ano pela Nuclear Blast Records, a nova gravadora com quem a banda estabeleceu parceria.

"Estamos felizes em anunciar ao mundo que o Rhapsody Of Fire estão mais fortes do que nunca e finalmente prontos para um retorno glorioso! Assinamos um acordo mundial com a lendária Nuclear Blast, desta vez a melhor escolha que poderíamos ter feito. Pessoas maravilhosas, grande visão para negócios e a melhor organização possível, para um relacionamento que promete ser muito bem sucedido", comentou a banda, em comunicado oficial, após um longo tempo inativa por questões legais com a antiga gravadora.

O material, que foi produzido pelo guitarrista Luca Turilli e o tecladista Alex Staropoli e foi mixado e masterizado pelo experiente Sascha Paeth, no Gate Studio, em Wolfsburg (ALE), tem como temática o terceiro capítulo da "The Dark Secret Saga" e a longa jornada de cinco heróis para as terras gélidas do norte e as fronteiras inexploradas do mundo conhecido com o objetivo de encontrar uma forma de parar a profecia do Demonknight. Todo o enredo é musicado pelos elementos típicos da banda, com arranjos apoteóticos para orquestra e coral misturados ao Power Metal da banda. De acordo com os próprios, "este álbum soa mais poderoso, veloz e com o foco na guitarra do que num passado recente, com o objetivo de reforçar a fúria sombria e romântica das letras".

Além do formato regular em CD e prensagem em vinil, o lançamento também ocorrerá em uma versão digipack, especial e limitada, que trará duas faixas bônus e encarte com 32 páginas.


Fonte: roadiecrew.net

Propellerhead lança novo refil para o Reason

A sueca Propellerhead, fabricante do Reason, lançou recentemente o Soul School, um novo refil que contém elementos musicais dos estilos soul e funk originários das cidades americanas de Detroit, Memphis e Cincinatti.

O refil apresenta linhas de baixo, guitarra, bateria e sopros gravados ao vivo simultaneamente exclusivamente para a criação deste refil - sem overdubs e com bastante autenticidade. Cada amostra instrumental contida no Soul School pode ser acessada e editada pelo Dr. Rex. O refil inclui versões mixadas das amostras, dando ao músico a possibilidade de criar a base de uma nova música instantaneamente.

De bônus a Propellerhead oferece junto com o Soul School a Reason Soul Keys, outro refil contendo linhas de teclado com timbres clássicos do programa, como o Abbey Road Keyboards, Reason Piano, Electro Mechanical e o banco de timbres de fábrica do software.

Para assistir a um vídeo explicativo sobre o Soul School basta clicar aqui.


Fonte: gearjunkies.com

http://www.gearjunkies.com/news_info.php?news_id=4480

21 de novembro de 2009

Entrevista: banda Punch

por Mário Megatallica

A banda Punch surgiu em 1994 em Goiânia, numa época em que o Heavy Metal estava passando por uma fase muito difícil no mundo todo, já que as bandas que faziam sucesso praticavam uma mistura de Metal com outros estilos, como funk, rap e até pop; em poucos anos ainda haveria o estouro do New Metal. Em Goiânia o Punch simbolizou bem esse espírito de mistura com outros estilos. Tendo influências de Metallica, Slayer, Megadeth, Fear Factory, Machine Head, Korn, Soulfly, entre muitas outras, a banda fazia um som pouco ortodoxo e bem particular, o que fez com que chamassem atenção na cena desde os primeiros shows. Após quase três anos tocando quase todos os fins de semana em todos os tipos de lugares possíveis, a banda lançou a demo Freedom e o álbum Cesium 137. E como a cena goianiense já estava dominada, seus integrantes (Flávio Pessoa e Ricardo Darin - guitarras; Fernando - bateria; Vinícius "Tattoo" - baixo; e Íkaro Santana - vocal) resolveram partir para fora do país, se mudando no ano 2000 para Los Angeles, na Califórnia, EUA, onde a banda se encerrou em dois anos. Quase uma década depois, a banda se prepara para tocar no 15º Goiania Noise Fest, trazendo um clima de nostalgia ao evento. O A&RR aproveitou para conversar sobre tudo isso com um dos personagens principais desta saga, o vocalista Íkaro Santana. Confira esta entrevista logo abaixo:


Como surgiu a banda Punch? Conte um pouco do começo da banda, da definição do seu estilo, etc...

Íkaro: A banda surgiu no início de 1994. Chegamos a ter outros dois bateristas até chegar ao Fernando pois a banda já contava comigo, com o Flávio, o Ricardo e o Vinicius. Nunca falamos que estilo a banda iria ter; cada integrante tem e tinha diferente influências, como Metal, Hardcore e Death.


A banda Punch não seguia a vocação goianiense do Thrash/Death Metal à risca, mas mesmo assim acabou sendo bem acolhida pelo público. Quais foram os fatores determinantes para essa aceitação?

Acho que o maior fator foi esta diferença de estilos que tentamos misturar. O Punch foi enfluenciado desde Down, Downset, Strife, Metallica, Slayer, Death, Carcass, mas acho que o maior fator que tivemos para obter o respeito do público foi a energia do show ao vivo.


Como era tocar vários fins de semana seguidos e com bandas que não tinham muito a ver com o som do Punch? Lembro-me de ter ido a uma apresentação da banda na qual uma dupla de rappers subiu ao palco depois de vocês...

(gargalhadas) No início o que vinha a gente pegava. Chegamos a tocar até em galinheiro! O importante é manter a cabeça aberta e ter humildade. E não importa quem está vendo o show pois sempre terá alguém que vai gostar do que você está fazendo.

Como as músicas eram construídas? Quem era o principal responsável pela sonoridade da banda? Havia algum tipo de direcionamento?

Não. O Ricardo, o Flávio e o Vinicius sempre chegavam com um riff novo e íamos tocando até chegar no esqueleto da música. Às vezes um ou outro chegava com um música completa. Mas a parte de vocal sempre ficou por minha conta.


Depois de um grande período de shows e com um grande número de fãs, o Punch resolveu lançar um demotape. Conte como foi o processo de gravação e a repercussão da demo Freedom.

Eu so o maior fã desta demo. Lembro que iria rolar um show dos Raimundos em Goiânia e falei com o promotor, o Reinaldo da Promix, para ver se rolava do Punch tocar. Ele me pediu uma demo, então juntei os meninos e gravamos a demo meio que ao vivo no estúdio e o resultado final ficou foda! O final da história foi que o Punch abriu para o Raimundos e depois disto o público triplicou. Foi um momento muito especial.



A banda recebeu em 1999 uma proposta de uma pessoa do meio musical americano para fazer alguns shows nos EUA, o que fez com que todos deixassem tudo que foi construído durante anos para trás e partisse para a conquista do famoso “sonho americano”. O que de fato foi oferecido à banda naquela época?

Vários shows e oportunidade de tocar para pessoas da indústria do Metal dos EUA.



Como foi a vida de vocês após a entrada em solo americano?

Foi bem complicada no início pois o produtor dos shows não fez nada do que tinha dito para banda! Aí mano foi uma correria total à procura de trabalho, lugar para morar e shows.



A cena americana era totalmente diferente da goianiense naquela época e a sonoridade do Punch com certeza também era. Além disso os americanos tratam a música de forma totalmente profissional, em todos seus aspectos; quase ninguém entra nesse mercado apenas por diversão. Conte como foi a adaptação da banda na cena musical americana da época e como o Punch tentou se sobressair em relação às outras bandas.

A primeira coisa que fizemos foi trocar todos os instrumentos para podermos estar no mesmo nível sonoro das bandas dos EUA. Qualquer banda pequena e independente tocava como banda grande, tanto a parte sonora quanto o show em geral. A outra coisa foi tentar fazer algo diferente do que estava rolando na época. Tentamos fazer algo original, que o público ainda não tinha visto; foi a aprtir daí que escrevemos algumas músicas em inglês e português, misturando ritmos brasileiros.



Os problemas surgiram e em pouco tempo alguns dos integrantes resolveram abandonar tudo e voltar para o Brasil. O que deu errado nessa empreitada?

Acho que a primeira coisa foi o produtor que furou com a banda. Segundo, eu pessoalmente acho que eu e o pessoal da banda éramos muito imaturos na época. Foi um choque de cultura e de vida. Aqui (nos Estados Unidos) você não tem ninguém para olhar por você; é só voce e Deus. Mas mesmo assim lutamos quase dois anos.



Quase uma década depois do fim da banda e onze anos após a última apresentação em um Goiania Noise (a última foi no quarto Goiania Noise em 1998, no cine Santa Maria, num sábado) a banda volta à ativa para tocar na edição 2009 deste festival. Isto pegou todos de surpresa! Como e por que aconteceu essa volta?

Essa história rolou com a idéia de um amigo nosso que se chama Guerino. Depois disto falei com os caras da banda - Flávio, Ricardo e Vinicius - e deu no que deu. Depois falei com o Fabrício Nobre da Monstro para ver se rolava de armar um show com o Punch e ele deu a idéia de tocar no Goiania Noise.



Creio que foi necessário um grande esforço para fazer esse show acontecer, afinal, a banda teria que resolver alguns problemas internos de relacionamentos gerados pelo desgaste da empreitada americana e também pelo fato de você ainda viver nos EUA. Como estão sendo os preparativos para este show? Haverá alguma novidade, alguma surpresa?

Acho que o maior esforço esta sendo fazer os ensaios, voltar a tocar as músicas que não tocamos há dez anos. E eu estarei chegando quatro dias antes do show para ensaiar com a banda e botar quente. Acho que a maior surpresa será tocar as músicas novas que nunca tocamos para o público goiano.



Quais são os planos para o futuro do Punch após o show do Goiania Noise 2009? Aproveite para deixar uma mensagem para os fãs.

Não há planos para o futuro pois ainda vivo nos EUA e ainda temos que ver como será a química depois de dez anos. Mas muito obrigado de coração pela oportunidade de falar com nosso público através do seu site e espero ver todos no show. Vamos quebrar tudo!!






























18 de novembro de 2009

Show do ACDC tem mais 1.200 ingressos disponíveis

A produtora responsável pelo show do AC/DC em São Paulo, a Time For Fun, colocou à venda 1.200 novos ingressos para a apresentação única no país que a banda faz no dia 27 de novembro, no estádio Morumbi. As entradas são apenas para o setor da arquibancada vermelha e custam R$ 170.

Os interessados podem comprar os ingressos a partir do meio-dia desta quinta-feira (19) na bilheteria do Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro), pelos telefones 2846-6000 (São Paulo) ou 0300-789-6846 (demais cidades) e nos demais pontos de vendas espalhados pelo país. O grupo apresenta no Brasil o show da turnê "Black Ice World Tour".

No total, o show do AC/DC comportará 65 mil pessoas. A capacidade é menor do que os 70 mil das apresentações de Madonna no Morumbi no ano passado, mas é até agora a maior de 2009 para eventos musicais no estádio, ultrapassando o Jonas Brothers, que vendeu 45 mil dos 50 mil lugares disponíveis.

Os ingressos para o show do AC/DC começaram a ser vendidos em 1º de outubro, mas no segundo dia as entradas já haviam se esgotado. Semanas depois, a produtora disponibilizou pequenos lotes retirados das cotas reservadas originalmente aos patrocinadores, equipe da banda, produtora do evento e convidados em geral.

Os fãs da banda enfrentaram problemas nos primeiros dias de venda. Quem tentou comprar as entradas nos pontos de venda teve que enfrentar filas e o site da Ticketmaster, responsável pelos ingressos online, esteve instável durante o dia, ficando fora do ar em momentos.

A vinda do AC/DC ao Brasil tem gerado polêmica desde o dia 17 de setembro, quando a data brasileira da turnê desapareceu do site oficial da banda. Depois, no dia 29, após boatos sobre a saúde do vocalista Brian Johnson assustarem novamente os fãs brasileiros, a banda confirmou que adiaria seis shows da turnê, mas manteve intacto o show no Brasil.

AC/DC - BLACK ICE WORLD TOUR EM SÃO PAULO

Quando: 27/11 (sexta-feira), a partir das 21h30
Onde: Estádio do Morumbi (Praça Roberto Gomes Pedrosa, Morumbi)
Quanto: R$ 170 (arquibancada vermelha)
Ingressos: bilheteria do Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro), pelos telefones 2846-6000 (São Paulo) ou 0300 789 6846 (demais cidades) e nos demais pontos de vendas espalhados pelo país
Informações: www.showacdc.com.br


Fonte: musica.uol.com.br

http://musica.uol.com.br/ultnot/2009/11/18/show-do-acdc-em-sao-paulo-tem-1200-novos-ingressos-a-venda.jhtm

Blind Guardian gravando novo álbum

O vocalista da banda alemã de Power Metal Blind Guardian divulgou a seguinte nota sobre a produção do próximo álbum de estúdio da banda:

"Nós finalmente começamos a produção de novo álbum de estúdio do Blind Guardian. Frederik [Ehmke - bateria] está, literalmente, correndo através das canções. Quem sabe, terminamos tudo antes do prazo final".

"Começamos na semana passada e Frederik gravou a bateria para algumas faixas. Se não me engano, ele ainda tem mais duas faixas que devem ser concluídas nos próximos dias. Ao todo são 11 músicas para trabalhar.

"Conforme dito na última vez, nós temos uma grande quantidade de músicas-hinos da banda. Existe um bom equilíbrio de canções extremamente rápidas e um material épico. 'Wheel of Time' seria um bom exemplo para este último mencionado. A canção contém muitas surpresas.

"Se você me perguntasse quais canções deste tipo podem ser comparadas, eu provavelmente diria 'The Script For My Requiem' ou 'And Then There Was Silence'.

"Estou realmente animado com o novo material e não posso esperar para ouvir o resultado final em abril de 2010, quando teremos acabado de mixar. Nosso objetivo fazer o lançamento no final do verão, ou início do outono, o que significa que ainda tenho que esperar um pouco. Para fazer o tempo de espera mais confortável, pelo menos, estamos com a intenção de, constantemente, informar à todos vocês sobre o andamento do álbum e também oferecer pequenas amostras das gravações ao longo do tempo. Vou começar a gravar os vocais na próxima segunda-feira."


Fonte: whiplash.net

http://whiplash.net/materias/news_869/098643-blindguardian.html


17 de novembro de 2009

M-Audio libera atualizações de drivers para Windows 7

Já estão no site da M-Audio os drivers para as interfaces de áudio com compatibilidade para o Windows 7 e Snow Leopard.

Para o Snow Leopard os drivers são para as seguintes interfaces:

ProFire Series
ProFire 2626
ProFire 610

USB Series
Fast Track Ultra
Fast Track Ultra 8R
Fast Track Pro
Fast Track
Fast Track USB
Producer USB
Mobile Pre USB
Transit
JamLab
Black Box
Ozone
Micro
Audiophile USB

Keyboard/MIDI Series
KeyStudio 49i
ProKeys Sono 61
ProKeys Sono 88
MIDISPORT 2x2 20th Anniversary
MIDISPORT 4x4 20th Anniversary
MIDISPORT 1x1
MIDISPORT 2x2
MIDISPORT 2x4
MIDISPORT 4x4

FireWire Series
FireWire 410
FireWire Solo
FireWire 1814
FireWire Audiophile
ProjectMix I/O
ProFire Lightbridge
NRV10
Ozonic


Já para o Windows 7:

ProFire Series
ProFire 2626
ProFire 610

USB Series
Fast Track Ultra
Fast Track Ultra 8R
Fast Track Pro
Fast Track
Fast Track USB
Producer USB
Mobile Pre USB
Transit
JamLab
Black Box
Ozone
Micro
Audiophile USB

Keyboard/MIDI Series
KeyStudio 49i
ProKeys Sono 61
ProKeys Sono 88
MIDISPORT 2x2 20th Anniversary
MIDISPORT 4x4 20th Anniversary

FireWire Series
FireWire 410
FireWire Solo
FireWire 1814
FireWire Audiophile
ProjectMix I/O
ProFire Lightbridge
NRV10
Ozonic

Delta Series
Delta 1010
Delta 1010LT
Delta 44
Delta 66
Delta 410
Delta Audiophile 2496
Delta Audiophile 192


Fonte: quantamusic.blogspot.com

http://quantamusic.blogspot.com/2009/11/drivers-finais-win7-e-snow-leopard-m.html

Roland adota novo padrão de tomadas do INMETRO

Em 2010 entra em vigor no país um novo padrão de plugues e tomadas. Essa medida visa, basicamente, garantir maior segurança aos usuários, pois os novos modelos evitam choques elétricos. Além disso, objetiva remover do mercado grande quantidade desses componentes - diferentes e, por vezes, incompatíveis entre si.

O novo padrão - elaborado a partir da norma IEC 60906 e batizado por seu código de normativa ABNT NBR14136 - é sustentado por lei e está sendo aplicado gradativamente desde 2006. Os fabricantes nacionais de produtos eletroeletrônicos foram os primeiros a se adaptar. Em janeiro de 2010, uma nova fase dessa mudança se inicia, com a necessidade de importadores de qualquer tipo de produto eletrônico compatibilizarem seus produtos.

O novo padrão é obrigatório e foi estabelecido pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) e pelo CONMETRO (Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). A normativa estipula o uso de plugues e tomadas para cargas de 10 e 20 ampères (atualmente, todos os produtos da divisão musical da Roland Brasil trabalham com plugues no padrão de 10 ampères). Usuários de produtos que não exigem aterramento não terão maiores problemas, pois o plugue novo, de dois pinos e 10 ampères, serve tanto nas tomadas novas quanto nas antigas. Já os usuários de produtos profissionais, com gabinete metálico e que necessitam de aterramento, vão notar uma diferença grande no plugue de três pinos, todos redondos (diferente do padrão americano, que tem dois chatos e um redondo), que não entra nas tomadas convencionais utilizadas até agora.

Durante o período de adaptação, que vai até outubro de 2011, o usuário ainda irá encontrar nas lojas produtos com os dois padrões de plugues (o antigo e o novo). A presente legislação garante esta comercialização. Os importadores, no entanto, são obrigados a importar todos os seus produtos no novo padrão a partir de 1º de janeiro de 2010 e têm prazo até outubro desse mesmo ano para ajustá-los em seus estoques antes de enviar para as revendas.

A alteração para o novo sistema será gradativa e, certamente, afetará a todos de alguma forma. Alguns usuários terão também que substituir as tomadas em suas residências e locais de trabalho, respeitando a NBR14136. O uso de adaptadores e qualquer modificação nos plugues não são recomendados e podem acarretar sérios acidentes. Sendo assim, a Roland Brasil não apenas cumprirá a determinação como acredita que o novo sistema tem a garantia de segurança dos usuários como ponto positivo mais relevante.

A Roland Corporation, em suas fábricas espalhadas pelo mundo, está modificando sua linha de produção para que os produtos feitos para o Brasil sejam embarcados com cabos e plugues no novo padrão. A Roland Brasil, com isso, passa a ser um dos primeiros importadores do segmento a respeitar a nova regra de ponta a ponta, desde a linha de montagem até o consumidor final.

Para mais informações, acesse os links:
http://www.inmetro.gov.br/pluguesetomadas/duvidas.asp
http://www.inmetro.gov.br/pluguesetomadas/
http://www.inmetro.gov.br/pluguesetomadas/datas.asp
http://www.inmetro.gov.br/legislacao/resc/pdf/RESC000229.pdf


Fonte: rolandbrasil.com.br

http://roland.com.br/news/show/254

Soulfly gravando novo álbum

O Soulfly se encontra no Edge Of The Earth , em Hollywood (EUA), ao lado do produtor Logan Mader, trabalhando no novo álbum de estúdio, que leva o título provisório de Omen e seu lançamento está previsto para o início do próximo ano.

Alguns títulos (provisórios) de músicas são: "Bloodbath And Beyond', 'Soulfly VII', 'Off With Their Heads', 'Omen', 'Rise Of The Fallen', 'Great Depression', 'Apocalyptic Clash', 'Vulture Culture', 'Lethal Injection' e '7 Daggerz'.


Fonte: roadiecrew.net

Gibson apresenta a nova SG Angus Young

O rock clássico como um todo deve muito ao AC/DC e ninguém espanca massivamente a ponto de esmigalhar a harmonia musical como Angus Young e sua Gibson SG. O estilo incendiário de Young inspirou várias gerações de heróis da guitarra e guitarristas anônimos, através do poder de sua guitarra seminal, a SG. Agora a Gibson USA Angus Young SG traz todo o estilo e a facilidade de tocar deste clássico feito de acordo com as especificações do próprio Angus, dentro do alcance do incansável guitarrista, dando a você a chance de desfrutar de toda a energia, crueza, e aspereza que Angus alcança com seu próprio e querido instrumento.

Voltando a 1961, a Gibson SG substituiu a subestimada Les Paul Standard, e enquanto a Les Paul reapareceria mas tarde naquela década como um clássico do rock e do blues, a nova SG (originalmente denominada Les Paul/SG) foi um sucesso imediato pela sua conveniência. Seus ingredientes simples, porém inspirados, como a espessura de seu corpo e braço todo em mogno e dois captadores humbuckers Gibson, deram à ela um ataque sonoro vigoroso, que aliado à uma energia muscular e um braço estreito e rápido, trouxeram uma facilidade ao tocar sem precedentes. A Gibson USA Angus Young SG não apenas captura o visual, o sentimento e o som da clássica SG, mas também incorpora algumas das raras especificações do modelo original de Angus, de 68, conhecido por ser um exemplo inovador entre os clássicos da marca. Seu corpo leve, todo em mogno, resulta em uma sonoridade soberba, enquanto seu braço super estreito proporciona um conforto ao tocar sem igual - e por fim, uma escala em ébano com raios incrustados, também faz com que o visual da guitarra faça qualquer rockeiro se destacar dos demais. Turbinada com dois dos populares captadores humbucker Gibson 57 Classic, no braço, e um Angus Young humbucker na ponte para adicionar energia e aspereza, ela traz todo o poder de fogo que um guitarrista precisa para detonar em cima do palco. Cada guitarra vem em um case rígido Gibson USA.


Fonte: whiplash.net

http://whiplash.net/materias/news_869/098552-acdc.html

Novo álbum do Him em 2010

A revista britânica Metal Hammer postou um review faixa-a-faixa do próximo álbum da banda finlandesa HIM, intitulado Screamworks: Love In Theory And Practice.

O novo álbum foi gravado num estúdio de Los Angeles com o produtor Matt Squire (TAKING BACK SUNDAY, THE USED, PANIC AT THE DISCO, BOYS LIKE GIRLS, THRICE).

O CD irá conter as seguintes faixas (sem seqüência final definida):

01. Ode To Solitude
02. Scared To Death
03. Heart Killer
04. Dying Song
05. Disarm Me
06. Love The Hardest Way
07. Katherine Wheel
08. In The Arms Of Rain
09. Shatter Me With Hope
10. In Venere Veritas
11. Acoustic Funeral
12. St. Valentine
13. Smother A Heart

O álbum sairá via Warner Bros. Records, e seu lançamento é esperado para fevereiro de 2010.

O último álbum de estúdio, Venus Doom, vendeu 38.000 cópias nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento e estreiou na 12ª posição na parada da Billboard 200. Seu antecessor, Dark Light, ultrapassou mais de 500.000 unidades nos E.U.A..

O CD/DVD Digital Versatile Doom: Live at the Orpheum Theatre foi lançado em abril de 2008. A parte ao vivo do DVD foi gravada e filmada pela banda nos dias 14 e 15 de novembro, no show realizado no Orpheum Theatre em Los Angeles. Digital Versatile Doom também inclui um segundo disco, com a performance completa ao vivo no The Orpheum Theater e um livreto com 16 páginas de arte original e imagens.


Fonte: whiplash.net

http://whiplash.net/materias/news_869/098598-him.html

15 de novembro de 2009

Saiba Mais Sobre: Computadores para Estúdio


A base do estúdio moderno é o computador. Mas não é qualquer computador que consiguirá executar com eficiência todas as tarefas da produção musical, principalmente devido ao "peso" dos atuais softwares de produção, que possuem cada vez mais ferramentas. Por isso, a escolha de um dos principais ítens do seu estúdio deve obedecer alguns critérios, caso contrário, você e seu cliente podem perder tempo e dinheiro. Neste artigo do mestre do home studio, Sérgio Izeckson, você poderá saber como escolher melhor um bom computador para o seu estúdio.


Computadores para estúdios
por Sergio Izecksohn*

O que você faria se um dia o seu computador tivesse um conflito de difícil solução em plena gravação de um cliente no estúdio? Valeria à pena adiar o trabalho por uns dias até você mesmo ou aquele seu amigo resolver o problema, com risco de perder o cliente? Ou seria o caso de chamar um técnico? Mas, qual? Será que o da loja de informática da esquina vai resolver?

Mais do que o componente principal, o computador, hoje, é o próprio estúdio. Saber escolher modelos e componentes, saber configurar e instalar os itens de hardware e de software passa a ser uma questão de sobrevivência para quem tem um estúdio.

Antigamente, os estúdios tinham técnicos de manutenção, que todo dia alinhavam cabeçotes de gravadores e outras brincadeirinhas essenciais. Com a migração do equipamento para o computador, ou você se torna o seu próprio técnico de informática ou recorre ao suporte de um profissional especializado em áudio e MIDI no computador.

Enquanto você não dominar os segredos da configuração dos computadores, utilize os serviços desse técnico. Porque não basta dominar a informática. Os que montam máquinas de escritório não costumam saber os detalhes de configuração dos programas e do hardware. É preciso conhecer os componentes de um computador de áudio e suas questões de compatibilidade. Esse profissional é um personagem fundamental nos novos estúdios, tanto na hora de escolher as peças e montar a máquina quanto para mantê-la funcionando sem grandes sustos.

PC ou Mac? Os computadores que resolvem nosso problema não são os mais baratos. Uma boa notícia é que também não precisam ser os mais caros. Os computadores Apple Macintosh são ótimos para aqueles que os podem comprar. Mas os PCs modernos podem nos trazer até mais felicidade que muitos Macs mais básicos ou antigos e são bem mais baratos. Os processadores, os discos rígidos e a memória dos PCs já estão bem rápidos para gravar e processar áudio profissional e custam muito pouco em relação à sua eficiência. Independentemente da opção por um ou pelo outro vamos ver quais são as atribuições de cada peça do hardware no que tange ao áudio para escolhermos ou montarmos a configuração mais adequada. Aliás, o Macintosh agora usa praticamente os mesmos componentes do PC. O maior diferencial, hoje, são os sistemas operacionais, mas este é um assunto para outro artigo.

Sim, os tempos mudaram, as coisas andam. Hoje, computadores bem utilizados são capazes de não travar nunca, o que, aliás, deveria ser a obrigação de qualquer aparelho. Mas, por outro lado, não adianta comprar aquele PC da oferta do jornal de informática. Na hora em que você quiser gravar som a sério, é grande a chance de ele te deixar na mão. E o suporte técnico da loja, então...

Configuração. Com planejamento, tendo sempre em mente que este computador que estamos montando é o nosso estúdio, podemos ser muito felizes. Não podemos esquecer que o item mais crítico é nossa placa de som. Mesmo que alguns de nós comecem com uma placa onboard ou de multimídia, é fundamental que esta máquina seja compatível também com nossas necessidades. Levemos também em conta as possibilidades de expansão futuras, como adição de memória e a troca da placa de som por outra dedicada ao trabalho do estúdio. E essas placas são mais exigentes quanto ao hardware.

Como tudo na informática, quaisquer especificações têm prazo de validade de 15 minutos. Mas um PC bem configurado pode ser útil por mais de dois ou três anos.

Componentes. Existem peças que simplesmente não funcionam juntas. Para desfrutarmos a qualidade do som e os recursos das melhores placas e dos melhores programas de áudio temos que escolher bem todos os itens do sistema. Precisamos de uma máquina poderosa, de custo razoavelmente acessível e compatível com a maioria dos sistemas de gravação.

Processador. A CPU (unidade central de processamento, na sigla em inglês) deve ser muito bem refrigerada. O cérebro do computador esquenta muito. O problema é o barulho de certas ventoinhas ou coolers dentro do estúdio. Quanto mais rápido for o processamento na CPU mais plug-ins de efeitos e de instrumentos poderão ser usados simultaneamente nas mixagens.

Na configuração de um PC, escolha sempre um processador entre os da Intel ou da AMD. Não precisa ser o topo de linha, mas sim um modelo com boa relação custo/benefício.

Cada geração de processadores desbravou uma nova fronteira técnica. Assim, com o velho Pentium 3, o Athlon ou o Macintosh G3 já podíamos gravar e mixar várias pistas de áudio adicionando alguns efeitos. No entanto, a maioria dos instrumentos virtuais ainda não funcionava. Os seqüenciadores MIDI só trabalhavam com teclados e racks ‘físicos’.

Com o Pentium 4, o Athlon XP ou o Macintosh G4 dava para usar alguns instrumentos virtuais e usar uma quantidade maior de efeitos na mixagem. O Pentium 4 HT e o Athlon 64 representaram um certo avanço. Mas ainda existiam limitações para quantidades maiores de instrumentos ou para sonorizar ou produzir vídeos de alta resolução.

Essas limitações foram bastante reduzidas com o Mac G5, o Mac Pro, os Pentium D e Dual Core e os Athlon 64 FX e X2, os processadores de duplo núcleo.

Hoje, o Core 2 Duo, o Core 2 Quad e o Core 2 Extreme da Intel, o Athlon 64 FX e o Phenom da AMD e o Mac Pro da Apple com processador Intel Xeon Quad-Core lidam com grandes quantidades de programas e arquivos pesados sem dificuldades. Fica mais fácil produzir arranjos com dezenas de instrumentos e efeitos virtuais.

Ao escolher o processador, escolha o máximo de memória cache que puder comprar.

Placa-mãe. É um item fundamental. O mais importante na escolha do modelo não é exatamente o fabricante (apesar da marca também fazer diferença), mas sim a presença de certos componentes e sua compatibilidade com as outras partes do sistema. Boas marcas são a Intel (para processadores da própria Intel), a Abit e a Asus. Fique atento para que o soquete do processador seja compatível com a CPU de sua escolha.

Uma placa-mãe pode ter variadas quantidades de conectores, slots e recursos onboard (que já vêm na placa). Nas placas-mães com vídeo onboard, a memória dedicada ao vídeo é parte da memória geral do computador. O vídeo, no caso, “rouba” memória RAM. A máquina fica bem lenta, incompatível com certas funções. Escolha uma placa-mãe que tenha o slot PCI Express para a placa de vídeo offboard.

A peça mais importante da placa-mãe é o chipset. Ele é um circuito integrado que administra o funcionamento de uma placa-mãe ou de outra interface como uma placa de vídeo. Os diversos chips que víamos nas velhas placas foram substituídos pelo chipset, do inglês ‘conjunto de chips’. Ele determina o que a placa-mãe faz ou deixa de fazer, como a quantidade de slots (conectores) para as placas de expansão, os formatos de hard disks e de pentes de memória que ela aceita, a capacidade e a velocidade da memória RAM, os componentes onboard, quantos conectores USB e Firewire e assim por diante.

O chipset precisa ser totalmente compatível com o processador. Processadores da Intel devem ser montados em placas-mãe que tenham chipsets feitos pela própria Intel. Já os processadores da AMD funcionam melhor com chipsets da AMD, da nVidia ou da VIA. Um mesmo fabricante de placas-mãe pode usar chipsets de marcas diferentes. Então, é bom ficar atento aos modelos.

Escolha a placa-mãe com conexões suficientes para a sua placa de som e os outros componentes que pretenda utilizar.

Discos rígidos. O hard disk ou HD é onde instalamos o sistema operacional, os programas e onde gravamos e tocamos as pistas de áudio e os sons dos instrumentos virtuais. É importante que ele seja grande e rápido, já que o áudio usa arquivos muito pesados. Hoje é possível rodarmos muitas dezenas de pistas em um programa como o Sonar, o Pro Tools ou o Cubase usando bons HDs.

A velocidade do disco determina a quantidade de pistas de áudio que podemos gravar e reproduzir. Substitutos dos mais lentos HDs IDE, os modelos SATA mais rápidos são feitos pela Maxtor, pela Western Digital e pela Seagate, a favorita nos estúdios. Prefira um HD SATA 2 de 7200 rotações por minuto com algumas centenas de gigabytes.

Mas é um trabalho muito pesado para um HD acessar os comandos dos programas e do sistema operacional, ler e gravar dezenas de pistas de áudio e outras dezenas de sons pré-gravados dos instrumentos.

Todos os fabricantes de programas de áudio recomendam o uso de dois HDs. No primeiro, o ‘drive C’, instalamos o sistema operacional e os programas de gravação e edição com seus plug-ins. No segundo disco, instalamos os sons dos instrumentos virtuais (as chamadas 'bibliotecas' ou 'livrarias' de sons) e gravamos o áudio.

Configuramos os programas instalados no disco de sistema para gravarem e lerem o áudio no disco de dados. É como se o primeiro disco fosse o gravador ou o teclado e o segundo fosse a fita do gravador ou o banco de sons do teclado. Esse procedimento melhora em muito o desempenho do sistema.

Se forem HDs diferentes, use o mais rápido e de maior capacidade de armazenamento para o áudio. Não deixe de comprar um HD com o dobro da capacidade de outro para economizar uma pequena diferença. Dê atenção à relação custo/benefício. Precisamos de muito espaço para armazenar o áudio (e instalar os novos programas, também!). Na chamada “qualidade CD” (estéreo, 16 bits e 44.1 kHz), cada minuto consome cerca de dez megabytes de espaço em disco. Em 24 bits, são 15 mega por minuto.

Sempre que possível, use este computador somente nas funções do estúdio para evitar conflitos de software ou de hardware. A conexão à internet é útil para baixarmos programas controladores das placas (os drivers), mas não podemos ser displicentes com a segurança. O primeiro passo é usar um bom antivírus/firewall sempre atualizado. O segundo é nunca abrir páginas web ou e-mails que não sejam absolutamente seguros. Outro passo é só se conectar quando necessário. Evite infestações de vírus, vermes e outros microorganismos virtuais, antes que o estúdio pare.

Uma maneira – um tanto sui generis, mas bem popular nos estúdios – de compartilharmos nosso computador/estúdio com os usuários do computador/escritório/serviços-domésticos/sala-de-jogos/cine-pornô é o uso de caixinhas externas para HDs com conectores USB 2.0. Podemos substituir nossos drives sem precisar abrir o gabinete do computador. Ou ainda, se usarmos três discos, na inicialização escolhemos os dois HDs para produção ou o disco para uso geral, cada qual com seu próprio sistema operacional e seus programas instalados. Neste caso, configuramos o sistema para desabilitar o(s) outro(s) disco(s).

Memória RAM. Este é outro item crítico. Com mais memória, podemos abrir simultaneamente um volume maior de dados. Então, para usarmos instrumentos virtuais, efeitos, gravação multipista, mixagem com automação, muitos plug-ins ao mesmo tempo e também para abrir áudios e vídeos pesados precisamos de uma grande quantidade de memória. O ideal, hoje, em 2008, são pelo menos dois gigabytes de memória DDR2 com clock de 667 ou 800 MHz. Abaixo de 512 MB o trabalho com áudio pode se complicar. A diferença mais notável é entre um e dois gigabytes.

A marca da memória também faz grande diferença no desempenho do computador. Prefira as marcas mais conceituadas, como Kingston e Corsair. E cuidado com as falsificações. Os módulos ou pentes de memória devem ser usados em pares idênticos. Siga as recomendações do manual de sua placa-mãe ao escolher as marcas e os tipos de memórias e ao instalá-las. Mas não economize: ponha bastante memória.

Placa de vídeo. É um item que também pode interferir nos recursos de produção em estúdio. Ela tem que ser offboard, ou seja, temos que desabilitar o vídeo integrado à placa-mãe, que compromete o desempenho da memória.

Uma placa de vídeo com conector PCI Express e memória de 128 MB ou 256 MB é suficiente. As que têm saídas para dois monitores permitem um trabalho muito mais confortável e elegante no estúdio, com os programas numa tela e os plug-ins na outra, por exemplo. Os chipsets de vídeo mais compatíveis com os PCs dos estúdios têm sido os da ATI e os GeForce da nVidia. Não use placa com chipset S3, por exemplo.

Monitor, quanto maior, melhor. E dois, melhores que um. É muito útil abrirmos as diversas janelas dos programas e plug-ins e vê-las simultaneamente.

Outros componentes. Os gravadores de DVD e CD estão com o custo baixíssimo. É útil ter dois para fazer cópias de segurança. As marcas mais usadas são Sony, LG e Samsung.

O mouse e o teclado devem ser confortáveis e firmes. Use mouse ótico com scroll, a rodinha entre os botões, com ou sem fio. O mouse da Microsoft é ótimo e está com preço bem acessível.

O gabinete deve ser grande o suficiente para ter boa refrigeração e fácil acesso às peças. Ponha ventoinhas ou coolers no gabinete e nos hard disks, além do cooler do processador. Cuidado com coolers barulhentos dentro do estúdio. Use também fontes de energia ‘reais’ e potentes em vez das ‘nominais’ (que costumam vir nos gabinetes) para um correto gerenciamento de energia na sua máquina, preservando a durabilidade das peças.

É claro que seu PC estará protegido por um bom estabilizador de tensão elétrica e um filtro de linha. Assim que for possível, compre também um no-break.

Placas (interfaces) de áudio e MIDI com conversores de alta qualidade e drivers ASIO e outros necessários ao bom desempenho de nossos programas, não podem ser substituídas, só inicialmente, por uma placa de multimídia do tipo on board ou SoundBlaster. Mas só para começar a praticar. Este assunto fica para outro artigo.

Conclusões. Estejamos atentos às peculiaridades e transformações da informática musical, especialmente no que tange ao áudio. A presença freqüente de um técnico de informática com experiência em áudio e MIDI nos nossos estúdios é essencial. O melhor é que, aos poucos, cada um de nós venha a se tornar esse técnico. É ele que não deixa nosso estúdio parar. E a internet é a melhor escola, desde que não supervalorizemos opiniões expressas em fóruns de discussão. Visite os sites dos fabricantes e conheça as especificações e compatibilidades dos diversos modelos de peças.

Não se esqueça de que estas são necessidades de quem trabalha com áudio. Para escrever cartas e navegar na internet, tudo fica mais fácil: quase toda máquina, desde que funcione, serve. O problema com o áudio nesses computadores mais populares é que eles nem sempre funcionam.


*Professor-coordenador do Home Studio desde 1994; compositor, arranjador, produtor musical nas áreas fonográfica, publicitária, de multimídia, teatro, rádio, TV e vídeo; consultor de áudio, MIDI e home studio; baixista, violonista e tecladista. Licenciado em música pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) em 1993, onde lecionou, nos dois anos seguintes, no pioneiro curso de extensão universitária em Home Studio. Cursou também pedagogia na UFRJ e composição na UNIRIO. Estudou improvisação com Hélio Sena, harmonia e piano com Antonio Guerreiro, violão com Ricardo Ventura, percepção musical com Helder Parente, arranjo com Roberto Gnattali, sintetizadores com Alexandre Frias. Ensina música desde 1975.


Fonte: homestudio.com.br

http://homestudio.com.br/Artigos/Art101.htm

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